Na última sexta-feira (14), após a instalação da sede do Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa (Nejure), na Vara da Infância e Juventude na Comarca Campina Grande, o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador João Benedito da Silva, inspecionou o andamento das obras de reforma no Fórum ‘Affonso Campos’, iniciadas no mês de dezembro do ano passado. Na oportunidade, o desembargador-presidente foi recebido pela diretora da unidade judiciária, juíza Ana Christina Soares Penazzi Coelho.
O desembargador João Benedito foi juiz das Varas de Execução Penal e da 5ª Cível, em Campina Grande, e esta foi a primeira vez que voltou à Comarca, como presidente do TJPB. “É com alegria que faço a visita ao Fórum de Campina Grande; à diretora da unidade, juíza Ana Penazzi; aos magistrados e servidores. Aqui, deixei grandes amigos”, disse o presidente do TJPB.
Ainda durante a vistoria, o desembargador Benedito ressaltou que as atividades no Fórum estão ocorrendo normalmente. “A previsão de término dos serviços é daqui a quatro meses e pretendo fazer outra visita antes da conclusão das obras”, destacou o presidente do TJPB, acrescentando que a diretora da unidade contornou e sanou as dificuldades para o bom andamento dos trabalhos, evitando que o Fórum deixasse de funcionar neste período.
Na execução da obra, serão substituídos os dutos do sistema de ar-condicionado central, o sistema elétrico e cabeamento lógico, toda extensão do forro e a substituição dos dois elevadores, bem como a mobília e layout. “Os beneficiários dessa revitalização no Fórum Affonso Campos são os servidores, magistrados e a sociedade, principalmente a sociedade, porque trazemos com certeza uma melhoria do serviço prestado na Comarca de Campina Grande”, disse a magistrada.
A juíza Ana Penazzi informou, ainda, que, após a conclusão dos trabalhos de revitalização, a Vara da Violência Doméstica passará a funcionar nas dependências do Fórum Affonso Campos com novas instalações, conforme estabelecida em recomendações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Por Marcus Vinícius