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Por Richelle Bezerra

07h49

Consultora de vendas de JP fortalece negócio e tem resultado seis vezes melhor

Bacharela em Direito decidiu sair do trabalho, num escritório de advocacia, e se dedicar totalmente às vendas, em meio a crise causada pelo novo coronavírus.

Um tipo de comércio muito popular no país, que também sofreu com os efeitos da pandemia e as orientações de isolamento social, foi o de vendas diretas ou “porta-a-porta”. Até pouco tempo atrás, o contato era através da visita presencial da consultora à cliente. Mas, ainda antes da pandemia, a digitalização já era considerada uma forte aliada nesse tipo de negócio. E, não diferente de outros empreendedores, com a chegada dos protocolos de distanciamento social, foram as redes sociais, uma das formas que fizeram Maria Natália de Lima Silva, 25 anos, manter as vendas.

Ela disse que sempre cultivou o desejo de empreender e já acumulava experiências com venda direta de marcas populares de cosméticos. Há quatro anos, Natália, bacharela em Direito, incluiu nesse negócio as vendas de joias e semijoias da Rommanel Paraíba, ampliando as opções de produtos e clientela. Antes da pandemia, ela conciliava o trabalho em um escritório de advocacia, mas percebeu que poderia crescer no seu empreendimento dedicando mais tempo a ele.

“Tinha a Rommanel como minha renda extra, mas, com a pandemia, eu decidi me dedicar totalmente às vendas dos produtos. Pedi pra sair do escritório e consegui dar conta da alta demanda de pedidos”, contou.

As divulgações, desde o início do negócio, sempre foram mais fortes pelo Instagram e ela ainda oferecia o bônus da entrega grátis. Com essa decisão, Natália alcançou um crescimento até seis vezes maior, mesmo com a pandemia.

“Eu vendia, em média, cerca de 5 mil reais por mês, agora estou conseguindo vender de 20 a 30 mil reais”, comemorou. Pensando na sua saúde e na dos clientes, no ato da entrega dos produtos, Natália não relaxa. A máscara de proteção e o álcool em gel são parceiros, neste momento, em todos os lugares para onde ela se desloca, inclusive nas entregas. E, com a ótima saída de produtos, ela já tem nos planos expandir ainda mais o negócio. “Penso até mesmo em abrir uma loja”, disse.

 

 

Outra consultora de joias e semijoias da Rommanel Paraíba, Tatiane Miranda, 26 anos, que mora em Itapororoca, no Vale no Mamanguape, a 69 Km da Capital paraibana, aproveitou esse período de pandemia para iniciar seu negócio. Desde 2017, trabalha com revenda de outros produtos, abastecendo a loja da sua mãe, na cidade. Há dois meses, ela passou a trabalhar também com os artigos da Rommanel, estabelecendo todos os cuidados para a segurança dela e de suas clientes.

“Quero manter minha clientela e conquistar novos consumidores, fazendo divulgação pelas redes sociais e promovendo sorteios. Estou de olho na variedade para atender o gosto do meu público”, comentou Natália.

(Colaboração: Josi Simão)

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