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Por abrhpb

16h05

Equilibrando a inteligência emocional na evolução da pandemia

Diante do cenário mais impactante da pandemia, se faz necessário o equilíbrio da inteligência emocional em que o seu agravamento deixou o mundo sem rumo.

Estamos diariamente sendo confrontados com situações traumáticas relacionadas a perdas de pessoas queridas, por outro lado, também os ganhos advindos da recuperação das pessoas que amamos.

É óbvio que de imediato teremos que calibrar o controle emocional e a empatia para conviver com a incerteza e a imprevisibilidade que estamos enfrentando.

Para quem conhece suas emoções, certamente será mais fácil gerencia-las em momentos de caos, em outras palavras, pode administrar com maestria o autocontrole.

Durante meses estamos vivendo a uma nova realidade, que exige diariamente novas posturas emocionais diante de um inimigo invisível, mas com força, fé e foco, sacudindo a poeira e dando a volta por cima.

Eis algumas dicas:

Respire e solte o ar pela boca pelo menos cinco vezes ao dia, é uma forma de controlar suas emoções.

Faça meditação – ajuda no equilíbrio emocional e no direcionamento da tomada de decisão, ou seja, colocar as emoções no lugar certo para geração de bem-estar.

Exercite o corpo com atividades físicas diárias.

A prática da empatia traz a capacidade de se colocar no lugar do outro, principalmente num cenário em que o avanço da pandemia exige uma ação colaborativa.

No cenário atual é essencial equalizarmos o otimismo e a esperança por dias melhores, esta equação faz parte do kit de sobrevivência do ser humano.

Vamos refletir sobre esta frase de Daniel Goleman: “ Você não pode controlar o que irá sentir, quando irá sentir, nem quanto isso será forte. Mas você pode criar escolhas: como reagir, quando se sentir assim”.

Maria da Penha Silva dos Santos – Presidente da Diretoria Executiva da ABRH-PB





*Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal T5.

2 comentários em “Equilibrando a inteligência emocional na evolução da pandemia

  1. Inteligência emocional, empatia, ouvir o outro na essência e sem julgamentos. Em meio ao tamanho avanço da tecnologia, são competências humanas que mais estão sendo requisitadas nesses dias tão difíceis.

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